CAPS realiza atendimento humanizado em Traipu

CAPS realiza atendimento humanizado em Traipu

CAPS TRAIPU 2O Centro de Atenção Psicossocial – CAPS I – “Filhos de Davi” tem confirmado uma das metas da atual gestão pública em Traipu, que é garantir um tratamento humanizado aos pacientes que são atendidos diariamente pelos serviços prestados pela equipe do órgão. Com apoio do prefeito Eduardo Tavares, a qualidade e o atendimento estão garantidos.
“A função do CAPS é de prestar atendimento a pessoas com grave sofrimento psíquico, diminuindo e evitando internações psiquiátricas, e articular-se com a rede de serviços da comunidade favorecendo a reinserção delas a este espaço,” explicou a coordenadora do órgão, Helcerlita Emanuelly dos Santos, que destacou a dedicação da equipe profissional que atende no local.
Localizado na Avenida Padre José Batista de Azevedo, o CAPS conta uma equipe multidisciplinar, formada por técnicos da área de saúde, que têm garantindo o atendimento a dezenas de pessoas toda a semana na cidade. Com um ambiente amplo, os pacientes são tratados como se estivessem em casa.
“Prestamos atendimento em regime de atenção diária, com projetos terapêuticos, oferecendo cuidado clínico eficiente e personalizado, promovendo a inserção social dos usuários”, destacou a coordenadora, acrescentando que, por meio de ações setoriais, tem prestado um serviço da maior importância para o município.
Equipe
Além da coordenadora, Helcerlita Emanuelly dos Santos, atualmente o CAPS “Filhos de Davi” conta ainda com a seguinte equipe técnica: Psiquiatra, Denis Martins Xavier Tavares; Enfermeiro, Danilo Ferreira de Farias; Enfermeira, Tayane Riane Farias de Cerqueira; psicóloga, Grasiela de Almeida Chaves; Farmacêutica, Walterlita Antunes Barbosa dos Santos; Técnica de Enfermagem, Luana Cintia de Farias Bezerra.
Funcionamento
O médico psiquiatra, Denis Tavares, destacou o trabalho e a missão do CAPS, particularmente, em Traipu. “A gente acolhe o paciente. Existe uma equipe multiprofissional, e todos atuam em conjunto para tentar evitar que o paciente precise sair da comunidade para se tratar”, disse, fazendo referência à necessidade de internação, procedimento que separa o paciente de seus familiares.
“O paciente psiquiátrico sofre estigma por conta da própria doença. A doença não é compreendida pelos familiares e pela sociedade, e por conta da falta de compreensão daquela doença, normalmente a tendência é não se medicar e não se tratar e abandonar o paciente”, disse o psiquiatra, explicando que graça à ação que ocorre atualmente no CAPS em Traipu, isso não ocorre.
“Com o entendimento disso, as equipes passam a ficar mais firmes na captação desse paciente, na demonstração para os familiares que aquela doença tem um significado, de que tem um controle. Aí sim, passamos a motivar, explicar aos familiares o que pode ser feito e os benefícios que o paciente teria com o atendimento”, destacou, acrescentando que isso evita que o paciente seja internado, tornando o tratamento humanizado.

Categorias: Saúde

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